acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/elpass35/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131Passat GTS Pointer foi fabricado entre 1985 e 1988/89 em quinze cores diferentes e marcando sua história entre os apaixonados. Mas qual é a cor mais bonita?
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]]>Ao longo da sua história de produção no Brasil, o Passat passou por poucas mudanças de carroceria, mantendo seu design original, desde seu lançamento em 1974 no Brasil.

Ao longo dos anos algumas modificações foram feitas em virtude de modelos diferentes, ganhando também suas versões esportivas, trazendo nelas detalhes que aumentam o interesse do seu público em ter um desses modelos em sua garagem.
O primeiro esportivo do modelo foi o Passat TS, lançado no Brasil em 1976, com faixas pretas, adoção do console central com mostradores de temperatura de óleo, voltagem da bateria e vacuômetro, logo ganhou fãs por apresentar mais esportividade ao mercado.
Mas como todo carro esportivo, o que chama mais atenção é sua cor, com um grau de esportividade, mas que é vista entre os apaixonados pelo modelo, como um ítem importante na hora da escolha.

O Passat TS atravessou os anos mudando alguns detalhes de carroceria, como a adoção dos faróis duplos dianteiros entre 1978 e 1979 e posteriormente, adotou o farol de lente única, com um grande farol a frente do carro, mas sem abandonar os detalhes de design, como as características faixas pretas laterais. Apenas mudando de posição conforme o ano de fabricação.
Mas em 1983, com a adoção da sigla GTS (Grand Turism Sport) pela Volkswagen, houve um grande salto não apenas na aparência, mas sim no grau de esportividade, pela adoção do motor 1.6 S, mais esportivo, com um comando de válvulas no motor, que entregavam mais desempenho ao modelo.

Esse modelo foi fabricado entre 1983 e 1985, quando a Volkswagen, resolve adotar um sufixo ao nome, diferenciando o produto Passat, de seu principal rival no momento, mas ainda dentro da garagem Volks, o recém lançado Gol GT, que trazia dentro do cofre o renomado AP 800S, com comando de válvulas 49G.
Dessa forma nascia ai o Passat GTS Pointer. Um carro completamente novo, mas mantendo as linhas do mesmo Passat lançado em 1974, mas com a cara dos anos 1980. Manteve no modelo a mudança feita em 1983, a adoção dos 4 faróis quadrados na frente e o incremento do para-choque envolvente.

Foi um salto de qualidade na fabricação, mas ainda assim, a grande diferença entre os demais modelos do Passat na linha de montagem da VW na via Anchieta, foi o uso de cores bastante incomuns entre as montadoras concorrentes.
Apenas para citar algumas dessas cores, temos o consagrado vermelho Tornado, que saiu apenas nos últimos anos de fabricação. Vermelho Royal, que foi usada praticamente durante toda a vida do GTS Pointer.

Entre as cores de maior sucesso no modelo estão: Preto ônix, usado entre 1986 e 1988. A cor prata, descontando suas variantes, permaneceram em linha desde o lançamento do GTS Pointer, mesmo não sendo uma prática comum no mercado nos anos 1980, o prata ganhava notoriedade entre os esportivos.


Outra cor que chamou muita a atenção dos apaixonados por passat nos anos 80, foio o vermelho Fênix. Uma cor metálica que foi usada não apenas no GTS Pointer, mas também foi aplicada na linha do Passat LSE, até mesmo os modelos de exportação para o Iraque, ganhou muitos apaixonados. Por se tratar de uma cor metálica ela muda de cor conforme a luz do sol, tornando a cor do carro variável conforme a luz.

Mas acredito que a cor que mais marcou a vida desse esportivo nos anos 1980 e até hoje tem muitos adeptos é o vermelho Tornado, pois ela classifica o modelo como um esportivo de raça, tornando esse modelo cada vez mais raro de encontrar em boas condições.

Mas sem dúvidas a mais rara de se ver é amarelo, pois o uso de amarelo nos anos 1980, era usado pelos táxis no Rio de Janeiro, impossibilitando seu uso em carros esportivos, por mais que essa cor, carregue em seu DNA, certo ar de esportividade herdado dos super esportivos italianos.
Dessa forma as cores utilizadas no Passat GTS Pointer foram:
| Ano de fabricação | Cor | Modelo fabricado | Código da cor |
|---|---|---|---|
| Linha 1985 | Cor | Modelo | Código |
| Branco Paina | Special / Village / Pointer | 21 | |
| Cinza Plus (metálica) | Special / Village / Pointer | 99 | |
| Cinza Prata (metálica) | Village / Pointer | 93 | |
| Verde Cristalino (metálica) | Village / Pointer | 87 | |
| Vermelho Royal | Village / Pointer | 35 | |
| Preto Especial | Special / Village / Pointer | 203 | |
| Linha 1986 | |||
| Cinza Plus (metálica) | Special / Village / Pointer | 99 | |
| Cinza Prata (metálica) | Special / Village / LSE “Iraque” / Pointer | 93 | |
| Preto Especial | Special / Village / Pointer | 75 | |
| Preto Ônix (metálica) | Village / Pointer | 97 | |
| Vermelho Fênix (metálica) | Village / LSE “Iraque” / Pointer | 94 | |
| Vermelho Royal | Pointer | 35 | |
| Linha 1987 | |||
| Cinza Atlas (metálica) | Village / Pointer | 89 | |
| Cinza Prata (metálica) | Village / LSE “Iraque” / Flash / Pointer | 93 | |
| Preto Especial | Village / Pointer | 75 | |
| Preto Ônix (metálica) | Village / Pointer | 97 | |
| Verde Esmeralda (metálica) | Village / Pointer | 90 | |
| Vermelho Fênix (metálica) | Village / LSE “Iraque” / Pointer | 94 | |
| Vermelho Royal | Flash / Pointer | 35 | |
| Linha 1988 | |||
| Branco Alpino | Village / Pointer | 71 | |
| Cinza Atlas (metálica) | Village / Pointer | 89 | |
| Preto Especial | Village / Pointer | 275 | |
| Preto Ônix (metálica) | Village / Pointer | 97 | |
| Linha 1989 | |||
| Branco Star | Village / Pointer | 11 | |
| Prata Cristal (metálica) | Village / Pointer | 81 | |
| Preto Especial | Village / Pointer | 275 | |
| Preto Ônix (metálica) | Village / Pointer | 97 | |
| Verde Jade (perolizada) | Pointer | 151 | |
| Vermelho Fênix (metálica) | Pointer | 94 | |
| Vermelho Tornado | Pointer | 76 |
E apesar de uma gama de cores muito coerentes com o modelo, uma em especial não chegou até sua lataria, pois em 1989 surgiria no mercado nacional o Gol GTi, que já abordamos aqui nessa matéria que comemora seus 30 anos . Naquele ano ele seria lançado na cor azul mônaco, dando origem a diversas histórias que um projeto do Passat GTI, também seria lançado no mesmo ano, mas já contamos essa história aqui no blog.
Até aproveitamos para desenvolver um estudo de como ele ficaria caso tivesse sido lançado naquele ano. Obviamente não agrada a todos, mas é apenas um estudo fotográfico de uma versão que virou lenda.

O mais importante não é a cor de seu Passat, mas sim o quanto ele te deixa feliz quando você roda dentro dele. Para quem ama carros e principalmente os modelos clássicos, ao qual o Passat se tornou, a cor é um detalhe importante, mas não apenas o único detalhe.
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]]>Em 2019 completam-se 30 anos do primeiro carro com injeção eletrônica no Brasil, o Gol GTi e também completam-se os…
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]]>O Passat chegou ao Brasil em 1974, trazido pela Volkswagen e inaugurou um mercado de automóveis da marca com motores refrigerados a água. Desde sua chegada no início dos anos 1970, ele foi um sucesso de vendas e de fãs. Baseado no Audi 80, recém lançado no mercado Europeu, ele mantinha algumas linhas similares ao modelo da Audi, mas carregava em seu design o estilo de Giorgetto Giugiaro.
Assim, o carro possuía identidade própria dando vida a uma linha de modelos descendentes do primeiro Passat L, duas portas com motor 1.5 e potência de 65c v. Pouco para os padrões atuais, mas econômico naquele período de crise do petróleo. Os modelos seguintes, com motor 1.6 e 80 cv, dos modelos LM e LS, também chegaram a ter respeito no mercado, mas em 1976, com a chegada do modelo TS, o primeiro esportivo do modelo no Brasil, se daria o grande salto de esportividade para a família Passat.

Em 1977 a Volkswagen na Alemanha já contava com modelos de veículos dotados de Injeção Eletrônica e aqui no Brasil, ainda engatinhávamos com o programa Pró-Álcool, encabeçado pelo governo militar, na busca de um substituto para a gasolina, para diminuir a dependência do petróleo internacional – vale lembrar que o Brasil passou a ser auto-suficiente de petróleo bruto apenas em 2006 – além de atrasados em produtos tecnológicos, vivíamos um momento de reserva de mercado, em que produtos de alta tecnologia não entravam no mercado nacional, para não termos uma concorrência sem produto similar no Brasil.
A Volswagen na Alemanha preferiu seguir o sucesso de um modelo similar, o Golf GTI, e foi um dos poucos carros pequenos que ultrapassavam os 0 a 100 km/h em menos de 14 segundos, sendo apelidado de Pocket Rocket (Foguete de Bolso).


De olho nisso, a Volks pediu a equipe de engenharia que desenvolvesse um modelo do Passat com a sigla GTI (Gran Turism Injection) usando elementos do Golf GTI e do Scirocco, outro modelo hatch da VW na europa, aplicados ao Passat na busca de um novo modelo esportivo para aquele mercado. O Passat GTI, que jamais entrou em produção no país europeu, mas inspirou a Volkswagen brasileira a usar seu tom de azul no Voyage Los Angeles em 1984.
Curiosamente com o avanço da tecnologia e da consequente abertura de mercado proporcionada pelos anos 1980 e também pela mudança no governo brasileiro naquela década, a indústria se viu obrigada a desenvolver rapidamente uma tecnologia que pudesse acompanhar os novos tempos de baixas emissões de poluentes, baixo consumo e altar performance, nasceu ai o Gol GTi em 1988, apresentado no salão do automóvel daquele ano, que já tratamos aqui em outra matéria. Confira aqui.

No mesmo ano o Passat chegava ao fim de sua produção e muitos foram os boatos que a Volkswagen teria uma versão deste, nos moldes do Gol GTi 2.0, mas que a resistência do Marketing da VW era grande, para lançar dois produtos quase no mesmo segmento de mercado. Assim, isso nunca passou de um boato, mas de certo ficou a curiosidade de termos um modelo com injeção para o mercado nacional do Passat.





Coincidência ou não, no ano de 1989 a mesma VW, que se recusara lançar o Passat com injeção, lança o Santana EX (Executivo) sua versão mais luxuosa do modelo, dotada de injeção eletrônica herdada do Gol GTi 2.0 –apenas para relembrar, o Santana brasileiro era a versão B2 do Passat na Europa – assim a VW tinha dois produtos no mercado nacional, com objetivos e públicos diferentes, um esportivo dotado de 120 cv (potência declarada pela VW) e um carro de luxo com 125 cv.

Hoje muitos donos de Passat conseguem fazer a troca de seus clássicos carburadores 2E, 2E7, LTZ e etc, por sistemas de injeção eletrônica, seja adotados de outros modelos VW ou mesmo sistemas próprios, como a Fueltech, talvez uma das mais difundidas no mercado, pela facilidade de ajustes, peças e profissionais especializados. O ponto positivo dessas injeções eletrônicas é que o consumo e a manutenção dos sistemas são muito menores em detrimento dos carburadores clássicos.
O mais triste é que não tivemos esse modelo no mercado brasileiro, mas suas fotos mostram que seria um modelo muito interessante, pela esportividade, tecnologia e um carro muito agradável de se guiar, baseado no projeto já vencedor do Passat.
O único modelo existente do Passat GTI encontra-se no museu da Volkswagen em Wolfsburg, confira algumas imagens no vídeo disponível no youtube.
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]]>Apresentados no Salão do automóvel de São Paulo em 2018, Polo e Virtus GTS, mostraram que a VW quer resgatar…
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]]>Na tarde de 25 de setembro de 2019, a Volkswagen Brasil, confirmou o início de produção para 2020 de suas versões GTS do Polo e Virtus, que até o momento tinham na sua linha a versão TSI Hiline,como a mais próxima de um esportivo.
Os novos modelos serão equipadas com o mesmo motor do modelo atual, 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgmf de torque, que equipam outros modelos da marca. O conjunto promete levar o compacto da marca de zero aos 100 km/h na mesma faixa do Golf 1.4 TSi, capaz de atingir a meta em 8,5 segundos.

O câmbio será automático de seis marchas semelhante ao utilizado pelos demais VWs. Não há previsão de lançamento do modelo com câmbio manual, seguindo a tendência da marca, de equipar sua linha com equipamentos já disponíveis em outros modelos.
A proposta do GTS é ser um esportivo mais acessível e utilizável que o Polo GTI europeu, por esse motivo ele conta com uma suspensão mais elevada, para se adaptar melhor ao piso nacional.

A Volkswagen volta a adotar a sigla GTS em seus compactos, após anos de hiato de modelos da marca, com apelo esportivo original e busca resgatar esse prestígio com o lançamento dos modelos.
Quantos aos preços, devem passar dos R$ 90 mil. O próprio Polo e Virtus como motor 1.0 TSi ultrapassam os R$ 80 mil na tabela. Na prática a VW busca oferecer um modelo mais acessível, com apelo esportivo, aos consumidores que ficaram órfãos de modelos no segmento, já que apenas a versão do Golf GTI, sendo esse último, quando montado com todos os opcionais disponíveis, seu preço chega aos R$ 173 mil.
Vale ressaltar que, os modelos Polo e Virtus GTS não conta com os famosos bancos Recaro, consagrados pela beleza e acomodação esportiva na condução do carro.

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]]>Não consigo me lembrar exatamente quando, mas me recordo apenas de ter me apaixonado de cara por um carro com…
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]]>Quando se tem um pouco mais de 8 anos de idade e você gosta de carro, logo escolhe um preferido para sonhar com ele um dia. De cara foi esse Passat.
Introduzido no mercado brasileiro a partir de 1974, como modelos ainda fabricados em 1973, pela Volkswagen alemã, o carro com motorização de 1500cc, com arrefecimento líquido e caixa de câmbio com 4 marchas, além de suspensões McPherson, logo encantou os brasileiros com seu design hatch.
Para um público acostumado com modelos da marca alemã, dotados de motores arrefecidos a ar, logo se encantaram pela esportividade do novo modelo, que inaugura uma mudança na indústria brasileira e principalmente alavanca uma legião de fãs.
O primeiro carro da família foi uma VW 1600 Brasilia, mas a paixão por carro começou desde muito pequeno. Logo que aprendi a dirigir um automóvel, e foi nessa brasília, já busquei encontrar maneiras de comprar meu primeiro carro, mas isso só aconteceu aos 22 anos.
E não podia ser outro modelo se não o Passat. Consegui achar um modelo Branco, LS 1980, de três portas, que de cara me encantou pela esportividade, mesmo tendo um motor ainda muito fraco, 1.5 de 75cv, mas que me proporcionou bons momentos, até eu me apaixonar de vez pelo Passat GTS Pointer, ano 1986, preto ônix.

Esse modelo foi de um amigo meu, que já sabia de minha paixão e quando anunciou que iria vendê-lo, imediatamente avisei-o que queria ficar com o carro, mas pra isso, teria de vender meu Passat LS antes. De fato até que consegui vender rápido, mas pelo espaço de uma semana, tive a honra de ter dois passats… tsc tsc.
Mas isso foi em 1995, há quase 24 anos atrás e como os tempos eram outros e o consumo do carro elevado, decidi trocá-lo por um carro mais novo. E assim o fiz, mas ficou uma dor no coração, pois adoraria mantê-lo na família por longo tempo, mas as condições não me propiciavam essa alternativa.
Então, o tempo passou e a vida seguiu seu curso, até que depois de 24 anos, resolvi que teria um modelo Passat Pointer novamente. Agora, já aos 46 anos de idade, pude sonhar novamente com esse carro e finalmente realizar esse desejo. Em 2018, conversando com um grande amigo, comecei a olhar alguns anúncios na internet, mas sem muito compromisso.
Em julho de 2018, me dirigi até Indaiatuba, localizada a 140 km de São Paulo, para ver um Passat Pointer vermelho Tornado que estava anunciado na OLX, mas pra minha decepção o carro não estava em bom estado, então a ida até Indaiatuba acabou por me render boas fotos para mostrar a vocês.



Foram alguns modelinhos que achei pelo caminho e decidi fazer um registro, mas ainda sonhando com um belo passat para colocar na garagem. Nesse mesmo dia, esse meu amigo me enviou um anúncio de um outro passat, também anunciado na OLX, que estava a venda aqui na cidade de Osasco.
Cheguei a falar com o dono por telefone e, para minha surpresa, ele era meu vizinho de bairro, que anunciou o carro para investir o dinheiro na compra de um Fusca. Logo pensei, acho que vai ser agora que tenho um novamente.
Logo que cheguei em Osasco, fui ao seu encontro para ver o carro e não teve jeito, a paixão bateu e eu queria aquele carro pra mim. Conversamos ainda sobre valores e tão logo entramos num acordo, pude reviver essa sensação de ter um passat nas mãos de novo.
Passat GTS Pointer, vermelho Fênix, ano 1988, integro, com motor 1.8 S, comando 49G, escape 4×1, com todos os assessórios funcionando, inclusive um ar-condicionado gelando, não tinha como dizer não a um negócio desses.
Firmamos a compra e logo que pude, levio o carro para casa, como mostram as fotos abaixo, que por azar ou sorte, não sei, foi um dia de chuva, que já molhou e tirou um pouco da poeira do carro.


Bem, quanto ao primeiro Pointer? Ele ainda tem história pra contar e achei esse carro em uma cidade do interior de São Paulo, mas pelo estado, infelizmente ele não roda mais, mas isso contro em um outro post em breve.
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