acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/elpass35/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131Mesmo em meio a quarentena, nossos carrinhos antigos, precisam de uma manutenção cuidadosa. Seja uma verificação de lubrificantes, água do sistema de arrefecimento ou mesmo partes mecânicas, que, para quem não sabe, se ficarem paradas muito tempo, podem apresentar defeito, mesmo sem serem utilizadas.
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]]>Mesmo em meio a quarentena, nossos carrinhos antigos, precisam de uma manutenção cuidadosa. Seja uma verificação de lubrificantes, água do sistema de arrefecimento ou mesmo partes mecânicas, que, para quem não sabe, se ficarem paradas muito tempo, podem apresentar defeito, mesmo sem serem utilizadas.

Quem possui um carro antigo, e antigo são carros com mais de 20 anos, segundo o DETRAN, sabe que esse carros ficam parados por 15, 20 ou até 40 dias seguidos, caso esse não seja um carro de uso, mas de certa forma, os carros antigos são os xodós de seus donos e por isso, ficam tanto tempo esperando uma oportunidade de saírem.

Exatamente por ficarem muito tempo parados, necessitam de uma manutenção mais delicada, pois, muitas vezes os fluídos, devem ser trocados ou verificados com mais constância. Os fluídos de freio, em especial, são hidroscópico, ou seja, tem a capacidade de reter a umidade do ar, ocasionando corrosão no sistema de freios, nos seus dutos e sistemas de acionamento.

Foi o que aconteceu com meu Passat Pointer, o El Passaton. E que necessitou de uma manutenção mais pesada e delicada, para que ele pudesse voltar a rodar com segurança, já que em meio a pandemia, as ruas estão mais vazias, dando mais segurança para rodar com calma pela cidade de São Paulo.

Não foi diferente com meu carro, pelo fato de ficar boa parte do tempo em “quarentena”, ele acumulou ferrugem nos dutos de freio, que acabaram por não dar retorno no fluído de freio, ocasionando travamento da pinça dianteira direita. Saldo disso, uma troca de sistemas de flexíveis de freios dianteiros, cilindro mestre, discos de freios, pastilhas de freio e fluído de freio novos.

Como eu descobri? Bem, pra essa manutenção recorri a uma oficina mesmo. A Auto Center Aliança, na cidade de Osasco. Eu já levo meus carros lá há mais de 25 anos e não seria diferente com o El Passaton. Em contato com o proprietário, Toshio e seu mecânico, Anderson, constataram o defeito e trocaram rapidamente, com um trabalho limpo e bem feito.
Gerou um pequeno custo sim, mas ao menos, dessa vez, consegui além de resolver o problema de freio, descobri uma vibração incômoda que sentia ao dirigir o carro acima de 80 km/h. Era a roda dianteira direita, que estava com a pinça travada, gerando um arrasto e consequentemente uma vibração em velocidades mais elevadas.
Portanto, se você deixar seu carro em quarentena automotiva por muito tempo, deve sempre verificar alguns itens antes mesmo de dar partida no carro para fazer seu passeio. Lembre-se, carro parado por muito tempo, requer mais cuidado antes de sair de casa, afinal, ninguém gosta de ficar a pé na estrada.
Verifique os polos da bateria com frequência a fim de descobrir acúmulo de zinabre. Ele ocorre por reação química do ácido presente na bateria em contato com o ar, gerando uma oxidação, caso os polos da bateria tenham uma folga excessiva dos cabos de ligação. O resultado disso? Bem, falhas ao tentar ligar o carro e perda da energia da bateria, mesmo com o carro parado por muitos dias.

Vale ressaltar que é sempre importante, caso o carro fique parado muitos dias, desconectar o polo negativo da bateria, para que ela não descarregue rapidamente. Isso acontece principalmente em períodos do ano em que a temperatura diminui muito, como no caso do inverno, fazendo a bateria diminuir muito sua capacidade de guardar energia, perdendo-a em contato com o ar mais úmido, perdendo a carga.
E é óbvio sempre verificar o óleo do motor, afinal, ele é a parte mais importante do carro e mais cara, caso haja alguma problema, então, não custa gastar 5 minutos para verificar o nível, sua viscosidade e principalmente, respeitar o tipo de óleo usado em cada motor.

A qualidade do fluído de freios é fundamental para sua segurança, como mencionei acima, eles tem a capacidade de reter umidade do ar, com muita facilidade. Além dessa manutenção básica, vale lembrar que é importante verificar a bateria, afinal, ela é que faz parte da sua felicidade ao rodar. Se a saúde dela estiver comprometida, o passeio de domingo não vai acontecer.

Depois de gastar esse tempo consertando o Passat, hora de botar ele pra rodar e curtir a cidade mais vazia, para poder passear a vontade.
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]]>Gol GLR vem ao Brasil e estaciona no Box 54. O evento contou com a participação do GLR, além de…
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]]>No último dia 30 de novembro, estivemos no Box 54 em Araçariguama acompanhando o PoweFest, organizado pelo Thiago Kfuri do canal Carros de Colecionadores.

O evento contou com a participação de muitos apaixonados por carros modificados e antigos, que também estiveram no evento.












Nós fomos com o El Passaton, que pode rodar até a cidade de Araçariguama, localizada à 70km de SP.

O evento ocorreu no Box 54, já na saída 54A da Rodovia Castelo Branco, levando os aficionados por carros ao encontro, que contou com participação do Gol GLR, de Thiago Kfuri

Thiago vive hoje nos Estados Unidos e mudou-se para lá em 2015, mas não deixou seu Gol para trás. Aproveitou a viagem e levou o carro para ficar lá em definitivo.

Esse ano, com a ajuda de parceiros, ele trouxe o carro para o evento, para que os brasileiros pudessem ver de perto, mais uma vez, seu xodó.
Tendo participado de muitos eventos em terras americanas, Thiago já ganhou alguns prêmios com seu Gol GLR, criado junto com o estúdio By Deni e a tapeçaria Bravo, sediados em Indaiatuba, SP.
A fama do carrinho é grande e já tem outros donos de Gol, criando projetos inspirados no modelo adotado por Thiago.

Além dos carros modificados, duas super máquinas participaram do evento, um Corvette ZR 4 com cerca de 2000 cv de potência e um Nissa GT-R, com uma cavalaria pra lá de animal

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]]>O Lada foi um dos primeiros carros importados no Brasil, após a abertura do mercado aos modelos internacionais, ainda no…
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]]>Não era o primor de tecnologia, mas competia no mercado por ter um preço mais baixo frente aos concorrentes. Chegando ao mercado brasileiro a incríveis US$ 7500, (R$ 17.850,00 preço praticado em 1991) muito mais barato que alguns modelos nacionais.
O Lada acabou por ganhar mercado rapidamente.

No mercado Russo, pós queda do muro de Berlin, a Lada mantinha uma história singular de fabricação de carros durante o governo comunista, ainda quando a Russia era União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou apenas URSS, chegando ao mercado capitalista em países fora do eixo comunista.
A Lada fazia parte da marca AvtoVAZ, uma associação baseada na fábrica russa localizada em Toglieatti.

A marca ficou famosa no leste europeu com a fabricação de outro modelo da marca, que também foi importado para o Brasil, o Lada Niva, um jipe 4×4, tração integral, conhecido pelo baixo preço e o baixo custo de manutenção, além de sua robustez.
A Lada trouxe três modelos para o Brasil, sendo o Laika, o Samara e o Niva, um sedã, uma perua e um jipe respectivamente. Porém, o mais vendido foi o Laika, sendo incorporado por frotas no Brasil como taxi ou carros de serviço.



Mas ao mesmo tempo, muitos proprietários adquiriram o modelo, pelo custo baixo e a robustez do modelo, sendo que muitos rodaram por anos, com baixa manutenção e a possibilidade de uso de muitas peças da FIAT, que tinha compatibilidade com o FIAT 147.

Mas os anos passaram e muitos desses modelos foram esquecidos pelo mercado, tornando seu preço baixo e alguns sendo deixados ao relento, desgastando-se e enferrujando pelas ruas das cidades brasileiras.
Em 2015, Thiago Trevisan, professor universitário e colecionador de carros, encontrou em sua vizinhança um Lada Laika (2105) abandonado na rua e seu dono queria se desfazer do modelo, apenas para liberar espaço, foi então que ele ofereceu R$800,00, portanto, levou o Laika pra casa.

A partir daí, começou um novo projeto de transformação carro, em um modelo para usar nas pistas, baseando-se nos modelos Rallys, usados na europa, Thiago transformou um carrinho em um carrão de pista.

Incorporou ao projeto detalhes de carros de corrida, como Santo Antônio, aerofólio, saias laterais, rodas Offset e uma atualização de motor 1.6 de 75cv, passando para pouco mais de 95cv, com uma dupla de Webber 40 e comando de válvula 289.


O projeto levou 4 anos para ser concluído e foi para a pista, em um Track day no kartódromo em Aldeia da Serra, no último dia 19 de outubro e nós estivemos lá para registrar sua volta rápida.


O evento contou com mais de 40 pilotos, no traçado do kartódromo, com segurança na pista e voltas rápidas com muita diversão para quem pilotava e também para o público que assistiu nas arquibancadas.
O evento é aberto para todo o tipo de veículo, preparado ou não, para virar na pista em Aldeia da Serra, com uma bateria de 4 horas de treino livre, para todos os pilotos.


O Lada não fez feio e chamou a atenção de todos presentes no evento, pela originalidade do projeto e por ser um modelo, que quase não é visto em encontros de carros desse tipo.


Parabéns ao projeto e pelo trabalho desenvolvido ao longo desses anos. Confira no vídeo alguns detalhes e a história contada pelo seu dono.
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