acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/elpass35/public_html/wp-includes/functions.php on line 6131Passat GTi existe e seria lançado em 1989, juntamente com o Gol GTi, herdando sua injeção eletrônica e o poderoso motor 2.0 de 120 cv como atualização do modelo.
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]]>O Passat B1, primeiro modelo lançado no Brasil em 1974, ficou por 14 anos na linha de montagem da Volkswagen do Brasil, mantendo a carroceria original até o fim de sua produção em 1988, com seu último modelo GTS Pointer, já com ano de fabricação 1989. Esse modelo, um dos mais bonitos e mais procurados por colecionadores, que podem investir até R$ 200mil.
No mesmo ano de encerramento de sua produção, estrearia o aclamado Gol GTi, que trazia em seu lançamento não apenas a beleza de um esportivo digo, como também exibia sua exclusiva cor Azul Mônaco no primeiros anos de produção, além da nova tecnologia de injeção eletrônica, dando início aos novos tempos que os anos 1990 trariam a indústria brasileira.

Mas ainda restava saber, se de fato o Passat seria encerrado, já que os rumores ao longo do ano foram de que, ele manteria-se em linha de produção ainda, pois o número de interessados e sua reputação ainda eram altas. Porém, no início do ano de 1985, foi lançado no mercado brasileiro o Santana CD, que gradativamente substituiria o Passat ao longo dos anos, porém isso não se provou verdadeiro.
O Santana nacional, nada mais era do que a segunda geração do Passat na Europa, que mudou sua carroceria já em 1980, mas a Volks Brasil, decidiu não atualizar a linha do Passat aqui, lançando o modelo apenas em 1985, rebatizado de Santana, dando um upgrade no segmento e ofertando como um produto mais requintado.

Em meio a tudo isso, ficou a dúvida de fato a Volkswagen tinha projetos de manter o Passat na linha com uma remodelação para herdar de fato o motor e o conceito do Gol GTi?
Aparentemente, muitas pessoas juram que sim, pois ainda há nas redes a grande discussão de que a ALA 50, conhecida por guardar segredos de lançamentos de novos modelos, teria desenvolvido 10 Passats GTi e teria dado de presente aos diretores da Volks no Brasil.
De concreto não há nenhum registro desse carro. Nem mesmo fotos em preto e branco, que é comum nesses lançamentos, ainda mais no fim dos anos 1980, que as câmeras digitais ainda não eram tão populares. Mas a lenda persiste, pois em alguns grupos de discussão, em redes sociais vemos o relato de pessoas que viram tal exemplar, há não tão pouco tempo assim, rodando pelas ruas de São Paulo. Mas até hoje foram apenas histórias e algumas pessoas que dizem ter visto em microfilme, fotos do modelo, mas sem uma comprovação.
De fato a transformação de um modelo de linha em modelos exclusivos não é tão incomum, pois o Studio By Deni, chegou a fazer duas versões de GTi, na Parati e na Saveiro, para clientes exclusivos que pediram nos modelos fabricados nos anos 1990, que fizeram o pedido, mas mesmo assim, ainda não há relatos que o Deni tenha feito algum Passat assim.


Hoje tal modificação seria até muito possível, dado o grande número de customizadores de carros no mercado, mas muito mais pela oferta de sistemas de injeção eletrônicas disponíveis, facilitando em muito o desenvolvimento de um projeto assim.
De verdadeiro, apenas um protótipo, desenvolvido pela Volks alemã, em 1977, com partes do Golf e do Scirocco, em um Passat GTi, apenas como conceito e já abordamos esse assunto em outra coluna semanas atrás. Confira aqui

Passados quase 30 anos do encerramento da produção do Passat, a lenda da existência do Passat GTi persiste, gerando discussões longas e muitas vezes acaloradas, mas mantém viva a memória desse modelo que tantos donos amam e desejam até hoje.
E você, acredita mesmo que existe o Passat GTi? Deixe seu comentário e compartilhe com os amigos.
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]]>Em 2019 completam-se 30 anos do primeiro carro com injeção eletrônica no Brasil, o Gol GTi e também completam-se os…
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]]>O Passat chegou ao Brasil em 1974, trazido pela Volkswagen e inaugurou um mercado de automóveis da marca com motores refrigerados a água. Desde sua chegada no início dos anos 1970, ele foi um sucesso de vendas e de fãs. Baseado no Audi 80, recém lançado no mercado Europeu, ele mantinha algumas linhas similares ao modelo da Audi, mas carregava em seu design o estilo de Giorgetto Giugiaro.
Assim, o carro possuía identidade própria dando vida a uma linha de modelos descendentes do primeiro Passat L, duas portas com motor 1.5 e potência de 65c v. Pouco para os padrões atuais, mas econômico naquele período de crise do petróleo. Os modelos seguintes, com motor 1.6 e 80 cv, dos modelos LM e LS, também chegaram a ter respeito no mercado, mas em 1976, com a chegada do modelo TS, o primeiro esportivo do modelo no Brasil, se daria o grande salto de esportividade para a família Passat.

Em 1977 a Volkswagen na Alemanha já contava com modelos de veículos dotados de Injeção Eletrônica e aqui no Brasil, ainda engatinhávamos com o programa Pró-Álcool, encabeçado pelo governo militar, na busca de um substituto para a gasolina, para diminuir a dependência do petróleo internacional – vale lembrar que o Brasil passou a ser auto-suficiente de petróleo bruto apenas em 2006 – além de atrasados em produtos tecnológicos, vivíamos um momento de reserva de mercado, em que produtos de alta tecnologia não entravam no mercado nacional, para não termos uma concorrência sem produto similar no Brasil.
A Volswagen na Alemanha preferiu seguir o sucesso de um modelo similar, o Golf GTI, e foi um dos poucos carros pequenos que ultrapassavam os 0 a 100 km/h em menos de 14 segundos, sendo apelidado de Pocket Rocket (Foguete de Bolso).


De olho nisso, a Volks pediu a equipe de engenharia que desenvolvesse um modelo do Passat com a sigla GTI (Gran Turism Injection) usando elementos do Golf GTI e do Scirocco, outro modelo hatch da VW na europa, aplicados ao Passat na busca de um novo modelo esportivo para aquele mercado. O Passat GTI, que jamais entrou em produção no país europeu, mas inspirou a Volkswagen brasileira a usar seu tom de azul no Voyage Los Angeles em 1984.
Curiosamente com o avanço da tecnologia e da consequente abertura de mercado proporcionada pelos anos 1980 e também pela mudança no governo brasileiro naquela década, a indústria se viu obrigada a desenvolver rapidamente uma tecnologia que pudesse acompanhar os novos tempos de baixas emissões de poluentes, baixo consumo e altar performance, nasceu ai o Gol GTi em 1988, apresentado no salão do automóvel daquele ano, que já tratamos aqui em outra matéria. Confira aqui.

No mesmo ano o Passat chegava ao fim de sua produção e muitos foram os boatos que a Volkswagen teria uma versão deste, nos moldes do Gol GTi 2.0, mas que a resistência do Marketing da VW era grande, para lançar dois produtos quase no mesmo segmento de mercado. Assim, isso nunca passou de um boato, mas de certo ficou a curiosidade de termos um modelo com injeção para o mercado nacional do Passat.





Coincidência ou não, no ano de 1989 a mesma VW, que se recusara lançar o Passat com injeção, lança o Santana EX (Executivo) sua versão mais luxuosa do modelo, dotada de injeção eletrônica herdada do Gol GTi 2.0 –apenas para relembrar, o Santana brasileiro era a versão B2 do Passat na Europa – assim a VW tinha dois produtos no mercado nacional, com objetivos e públicos diferentes, um esportivo dotado de 120 cv (potência declarada pela VW) e um carro de luxo com 125 cv.

Hoje muitos donos de Passat conseguem fazer a troca de seus clássicos carburadores 2E, 2E7, LTZ e etc, por sistemas de injeção eletrônica, seja adotados de outros modelos VW ou mesmo sistemas próprios, como a Fueltech, talvez uma das mais difundidas no mercado, pela facilidade de ajustes, peças e profissionais especializados. O ponto positivo dessas injeções eletrônicas é que o consumo e a manutenção dos sistemas são muito menores em detrimento dos carburadores clássicos.
O mais triste é que não tivemos esse modelo no mercado brasileiro, mas suas fotos mostram que seria um modelo muito interessante, pela esportividade, tecnologia e um carro muito agradável de se guiar, baseado no projeto já vencedor do Passat.
O único modelo existente do Passat GTI encontra-se no museu da Volkswagen em Wolfsburg, confira algumas imagens no vídeo disponível no youtube.
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